Fonte. www.blackstonemedia.com

No ambiente empresarial a informação saiu do foco de ser meramente gerencial para se tornar um ativo que, como qualquer outro ativo importante, é essencial para os negócios de uma organização e consequentemente necessita ser adequadamente protegida. E nunca as redundâncias e Backups foram tão importantes como são hoje.


Neste cenário vem se destacando muito o termo ROI em português Retorno sobre Investimentos, para que possamos entender melhor estarei fazendo uma analogia a uma balança, onde eu, administrador da TI devo balancear o uso das tecnologias voltadas a redundância, Backup e Armazenamento (RAID, FITAS, STORAGE, NAS, SAS, Bacula, Rsync, Amanda e etc) com os seus respectivos custos e a identificação das reais necessidades para garantir a segurança da informação com o menor custo.

Preston de Guise, autor do livro “Enterprise Systems Backup and Recovery: A Corporate Insurance Policy”, defende que o uso de estratégias e recursos de Backup e o pagamentos de seguros não diferem muito entre si. Segundo ele, ‘similar às apólices de seguro, os backups são um investimento no qual é preferível deixar de precisar do que usá-los’.


Muitas empresas não conseguem mensurar o retorno financeiro do investimento em sistemas de backup, pois esse cálculo geralmente é baseado em ocorrências financeiras e, mesmo depois de anos, talvez nunca tenha havido a necessidade de resgatar algum dado. Então, como chegar no ROI, ideal?

O que muitos não sabem é que as ocorrências das falhas são apenas uma parte do problema, principalmente por se tratar de uma tecnologia voltada a prevenção. A outra parte é a necessidade de efetuar a identificação dos risco, pois somente temos como saber o que devemos prevenir se conhecemos.